Repensando el estudio de las diferencias sexuales

Autores/as

  • Sérgio Lewkowicz Sociedade Psicanalítica de Porto Alegre

Palabras clave:

Estudios de género y diversidad sexual en instituciones, Dominación masculina, Roles psicológicos en el patriarcado, Silenciamiento de las mujeres, Resistencia a nuevas ideas

Resumen

El autor comienza describiendo cómo la enseñanza de las nuevas ideas sobre género y diversidad sexual, en particular sobre la diferencia sexual, sigue siendo prácticamente inexistente en los Institutos de Psicoanálisis de América Latina. A continuación, aborda situaciones antropológicas — presentes en las pinturas rupestres de la Serra da Capivara, en el estado de Piauí (Brasil), y en la cultura Musuo, en el interior de China — en las que la diferencia sexual no parece mostrar las características del patriarcado y de la dominación masculina. Sin embargo, se trata de situaciones excepcionales, ya que llevamos muchos siglos viviendo en un sistema patriarcal que ha naturalizado la jerarquía masculina sobre la femenina. A continuación, se abordan los roles psicológicos atribuidos a cada sexo, que conducen al silenciamiento de las mujeres. Volviendo al tema de la dificultad de los estudios de género, el autor utiliza las ideas de Bion sobre la resistencia de las instituciones y los individuos a aceptar ideas nuevas.

Descargas

Los datos de descargas todavía no están disponibles.

Biografía del autor/a

Sérgio Lewkowicz, Sociedade Psicanalítica de Porto Alegre

Médico. Analista Didata e Membro Efetivo da Sociedade Psicanalítica de Porto Alegre (SPPA)/International Psychoanalytical Association (IPA). Coordenador latino-americano do comitê de estudos de gênero e diversidade sexual da International Psychoanalytical Association (IPA).

 

Citas

Alfageme, A. (2020, 24 de fevereiro). Últimas notícias sobre o clitóris. El País. Edição Brasil. https://brasil.elpais.com/brasil/2020/02/24/eps/1582549117_464105.html#?prm=copy_link

Ayouch, T. (2023). Quem pode falar no divã? raça e psicanálise situada. Estudos e Pesquisas Em Psicologia, 23(4), 1193–1211. https://doi.org/10.12957/epp.2023.79962

Babenco, H. (Diretor). (1985). O beijo da mulher aranha. [Filme]. (Baseado no romance homônimo escrito por Manuel Puig). HB Filmes, FilmDallas, Pictures Sugarloaf Films.

Barthes, R. (1978). Leçon. Paris: Seuil.

Bion. W. R. (1970). Atenção e interpretação. Rio de Janeiro: Imago.

Bordieu, P. (2001). Masculine domination. Grã-Bretanha: Polity Press.

Britton, R. (1992). The Oedipus situation and the depressive position. In Clinical lectures on Klein and Bion, 14, 34-45.

Cabral, A. (2022). Los esterotipos de género del analista y su incidência em la dirección de la cura. Calibán Revista Latino-Americana de Psicanálise, 20(2), 62-71.

Ceccarelli, P. R. (2023). O que as categorias de gênero e as construções identitárias têm a dizer à psicanálise? Revista Brasileira de Psicanálise, 57(1), 131-146.

Coler, R. (2005, 09 de outubro). El ultimo matriarcado. La Nación

https://www.lanacion.com.ar/lifestyle/el-ultimo-matriarcado-nid745175/

Evazonas, N. (2020). Gender and “race” enigmatic signifiers: how the social colonizes the unconscious. Psychoanalytic Inquiry, 40, 636-656.

Freud, S. (1976a). O Ego e o Id. In Edição standard brasileira das obras psicológicas completas de Sigmund Freud (Vol. 19). Rio de Janeiro: Imago. (Trabalho original publicado em 1923).

Freud, S. (1976b). Três ensaios sobre a teoria da sexualidade. In Edição standard brasileira das obras psicológicas completas de Sigmund Freud (Vol. 7). Rio de Janeiro: Imago. (Trabalho original publicado em 1905).

Freud, S. (1976c). O estranho. In Edição standard brasileira das obras psicológicas completas de Sigmund Freud (Vol. 17). Rio de Janeiro: Imago. (Trabalho original publicado em 1919).

Gherovici, P. (2023). Tempo ao tempo: o gênero e, psicanálise. Calibán Revista Latino-Americana de Psicanálise, 21(1), 48-63.

Gilligan, C. & Snider, N. (2018). Why does patriarchy persist? Cambridge: Polity Press.

Glocer Fiorini, L. (2015). La diferencia sexual en debate: cuerpos, deseos y ficciones. Buenos Aires: Lugar Editorial.

Gozlan, O. (2013). Transsexuality as a state of mind. Division Review, 7, 26-28.

Krenak, A. (2019). Ideias para adiar o fim do mundo. São Paulo: Companhia das Letras.

Kristeva, J. (2019). Prelúdio de uma ética do feminino. Revista Brasileira de Psicanálise, 53(3), 25-40.

Laplanche, J. (2015). Sexual: a sexualidade ampliada no sentido freudiano: 2000-2006. Porto Alegre: Dublinense.

Meltzer, D. & Williams, M. H. (1994). A respeito da reciprocidade estética. In A apreensão do belo: o papel do conflito estético no desenvolvimento, na violência e na arte (pp. 66-84). Rio de Janeiro: Imago.

Moreno, J. (2014). La infancia y sus bordes. Buenos Aires: Paidós.

Page, E. (2023). Pageboy. Rio de Janeiro: Intrínseca.

Pessis, A-M. (2003). Imagens da pré-história. São Paulo: A & A Comunicação.

Pombo, M. (2021). A diferença sexual em mutação: subversões queer e psicanalíticas. São Paulo: Calligraphie.

Pombo, M. (2023). Mutação da diferença sexual: mutação da psicanálise? Calibán Revista Latino-Americana de Psicanálise, 21(1), 157-159.

Quinet, A. (2016). Homofobias psicanalíticas na psicologização do Édipo. Stylus, 33, 191-199.

Reitman, J. (Diretor). (2007). Juno [Filme]. Imagens da Fox Searchlight.

Rupp, I. (2020, 19 de agosto). Zoombombing. El País. Edição Brasil.

https://brasil.elpais.com/brasil/2020-08-19/sequestro-machista-de-videoconferencias-tenta-calar-as-mulheres-na-politica-brasileira.html#?prm=copy_link

Stona, J. & Ferrari. A. G. (2020). Transfobia psicanalíticas. Revista Subjetividades, 20(1). https://ojs.unifor.br/rmes/article/view/e9778/pdf

Pessis, (2003). Imagens da pré-história. São Paulo: A & A Comunicação.

Pombo, M. (2021). A diferença sexual em mutação: subversões queer e psicanalíticas. São Paulo: Calligraphie.

Pombo, M. (2023). Mutação da diferença sexual: mutação da psicanálise? Calibán Revista Latino-Americana de Psicanálise, 21(1), 157-159.

Puig, M. (1985). O beijo da mulher aranha. [Drama]. (Héctor Babenco. Dir.). EUA. 2h.

Quinet, A. (2016). Homofobias psicanalíticas na psicologização do Édipo. Stylus, 33:191-199.

Reitman, J. (Dir.) (2007). Juno [Comédia/Drama]. EUA. 96 min.

Rupp, I. (2020, 19 de agosto). Zoombombing. El País. Edição Brasil.

https://brasil.elpais.com/brasil/2020-08-19/sequestro-machista-de-videoconferencias-tenta-calar-as-mulheres-na-politica-brasileira.html#?prm=copy_link

Stona, J. & Ferrari. A. G. (2020). Transfobia psicanalíticas. Revista Subjetividades, 20(1). https://ojs.unifor.br/rmes/article/view/e9778/pdf

Publicado

2026-03-12

Cómo citar

Lewkowicz, S. (2026). Repensando el estudio de las diferencias sexuales. Revista De Psicoanálisis De La SPPA, 33(1). Recuperado a partir de https://revista.sppa.org.br/RPdaSPPA/article/view/1412