Transformações e não-transformações do trauma e os pensamentos-prótese

Autores

  • Ruggero Levy Sociedade Psicanalítica de Porto Alegre

Palavras-chave:

Trauma, Microtrauma, Simbolização, Transformação simbólica

Resumo

A partir de um caso clínico, o autor procura ilustrar a evolução da “linguagem” de um paciente com insuficiências de simbolização, desde o que foi chamado de “linguagem do ato” até a “linguagem de êxito”, quando foi capaz de encontrar formas simbólicas para começar a transformar experiências traumáticas primitivas. Ademais, por entender o trauma como aquilo que não pode ser transformado simbolicamente e inserido no tecido psíquico, propõe que vivemos “microtraumas” ao longo da vida, pois há sempre um montante de novas experiências emocionais a serem transformadas em representações simbólicas.  Da mesma forma, é preciso que o analista se deixe “microtraumatizar” na sessão para poder dar pensabilidade às experiências emocionais compartilhadas com seu paciente.

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Biografia do Autor

Ruggero Levy, Sociedade Psicanalítica de Porto Alegre

Psicanalista. Membro Efetivo e Analista Didata da Sociedade Psicanalítica de Porto Alegre (SPPA)/International Psychoanalytical Association (IPA). SPPA. Membro da International Psychoanalytical Association.

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Publicado

04-11-2025

Como Citar

Levy, R. (2025). Transformações e não-transformações do trauma e os pensamentos-prótese. Revista De Psicanálise Da SPPA, 32(3). Recuperado de https://revista.sppa.org.br/RPdaSPPA/article/view/1446

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