Como a psicossexualidade de uma menina pode ampliar o debate sobre sexualidade feminina?

Sobre assimetrias, confusão de línguas e o perigo de uma história única

Autores

  • Marina Bento Gastaud Sociedade Psicanalítica de Porto Alegre

Palavras-chave:

Psicossexualidade, Sexualidade, Feminino, Assimetria, Confusão de Línguas

Resumo

A partir do caso clínico de uma menina, a autora descreve os curtos-circuitos que a assimetria, a confusão de línguas e as histórias únicas podem gerar no debate sobre sexualidade feminina. Propõe que, tanto com os pacientes quanto com a formulação de teorias sobre gênero, o método psicanalítico para diminuir o sofrimento e aplacar sintomas é potencializar a tradução (no sentido proposto por Laplanche), diminuir a confusão de línguas (no sentido proposto por Ferenczi), reconhecer responsabilidades, respeitar a vulnerabilidade acarretada pelas assimetrias e legitimar a multiplicidade dos vários femininos saudáveis, maduros e autênticos com que o sujeito pode se identificar ou que pode desejar.

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Biografia do Autor

Marina Bento Gastaud, Sociedade Psicanalítica de Porto Alegre

Membro associado da Sociedade Psicanalítica de Porto Alegre (SPPA)/International Psychoanalytical Association (IPA).

Referências

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Publicado

25-06-2026

Como Citar

Bento Gastaud, M. (2026). Como a psicossexualidade de uma menina pode ampliar o debate sobre sexualidade feminina? : Sobre assimetrias, confusão de línguas e o perigo de uma história única. Revista De Psicanálise Da SPPA, 33(2). Recuperado de https://revista.sppa.org.br/RPdaSPPA/article/view/1443