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Dilemas contemporâneos do analista de adolescentes

Clara Nemas

Resumo


A autora considera que falar da adolescência é referir-se ao conjunto da sociedade, ao marco histórico cultural, a partir de onde a estudamos, ou, talvez, seria mais apropriado dizer, a partir de onde a construímos. A descrição semiológica requer pensar, simultaneamente, o observado (o adolescente ou a/s adolescência/s) tanto como o observador (quem olha, desde onde e para quê), organizando um campo de saber dialógico que envolve o par observado/observador. Quem e como são os adolescentes que recebemos em nossos consultórios? Podemos falar de como são, ou deveríamos dizer como os construímos? Se consideram para tanto, os vínculos entre tempo, corpo e espaço em relação com os avanços tecnológicos que influenciaram nos modos de relação entre os adolescentes e com a sociedade.

Palavras-chave


adolescência; adições; tempo; espaço; corpo

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Referências


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