Acesso Livre Acesso Livre  Acesso restrito Acesso Restrito

Conversando sobre o feminino - de que feminino vamos falar?

Mery Pomerancblum Wolff

Resumo


No presente texto, a autora segue abordando o feminino como uma dimensão psíquica arcaica, fundante, não ligada ao sexual ou ao gênero. Entende que é a partir do entrelaçamento desses aspectos - considerados como estruturantes da subjetividade - com a cultura que se constituem as posteriores identificações sexuais e de gênero.

Palavras-chave: Feminino; Subjetividade; Cultura; Identificações

 

Abstract

Talking about the feminine – what feminine are we referring to?

In this paper, the author discusses the feminine as an archaic and founding psychic dimension that is not connected to the sexual or to gender. She suggests that it is from the interweaving of culture with those two aspects, which structure subjectivity, that later sexual and gender identifications are constituted.

Keywords: Feminine; Subjectivity; Culture; Identifications

 

Resumen

Hablando acerca del femenino – ¿de qué femenino vamos hablar?

En el presente texto, la autora sigue abordando el femenino como una dimensión psíquica arcaica, fundante, no sujetada al sexual o al género. Entiende que es a partir de lo entrelazamiento de esos aspectos – considerados como estructuradores de la subjetividad – con la cultura que se constituyen las posteriores identificaciones sexuales y de género.

Palabra clave: Femenino; subjetividad; Cultura; Identificaciones


Palavras-chave


Feminino; Subjetividade; Cultura; Identificações

Texto completo:

PDF

Referências


Feminismo. (2018, abril 23). Wikipédia, a enciclopédia livre. Recuperado em: https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Feminismo&oldid=51887743.

Foster, G. (2018, março 25). Mulheres formam pulsante cena musical de Porto Alegre. Zero Hora. Recuperado em: http://gauchazh.clicrbs.com.br/cultura-e-lazer/musica/noticia/2018/03/mulheres-formam-pulsante-cena-musical-de-porto-alegre-cjf7b85w3009701phavujwf8g.html

Freud, S. (1905). Três ensaios sobre a sexualidade. In Edição standard brasileira das obras completas psicológicas completas de Sigmund Freud (Vol.7, pp.118-228.). Rio de Janeiro: Imago, 1990.

Freud, S. (1908). Sobre as teorias sexuais das crianças. In Edição standard brasileira das obras completas psicológicas completas de Sigmund Freud (Vol. 9, pp.221-228). Rio de Janeiro: Imago, 1990.

Freud, S. (1919). Uma criança é espancada – uma contribuição ao estudo da origem das perversões sexuais. In Edição standard brasileira das obras completas psicológicas completas de Sigmund Freud (Vol.17, pp.223-253). Rio de Janeiro: Imago, 1990.

Freud, S. (1924). A dissolução do Complexo de Édipo. In Edição standard brasileira das obras completas psicológicas completas de Sigmund Freud (Vol.19, pp. 215-224). Rio de Janeiro: Imago, 1990.

Freud, S. (1925). Algumas consequências psíquicas da distinção anatômica entre os sexos. In Edição standard brasileira das obras completas psicológicas completas de Sigmund Freud (Vol.19, pp. 303-320). Rio de Janeiro: Imago, 1990.

Freud, S. (1926). A questão da análise leiga. In Edição standard brasileira das obras completas psicológicas completas de Sigmund Freud (Vol. 20, pp. 205-293). Rio de Janeiro: Imago, 1990.

Freud, S. (1930). O mal-estar na civilização. In Edição standard brasileira das obras completas psicológicas completas de Sigmund Freud (Vol. 21, pp.75-171). Rio de Janeiro: Imago, 1990.

Freud, S. (1931). Sexualidade feminina. In Edição standard brasileira das obras completas psicológicas completas de Sigmund Freud (Vol. 21, pp. 257-279). Rio de Janeiro: Imago, 1990.

Freud, S. (1933). Feminilidade. Conferência XXXIII. In Edição standard brasileira das obras completas psicológicas completas de Sigmund Freud (Vol. 22, pp.139-165). Rio de Janeiro: Imago, 1990.

Glocer Fiorini, L. (1994). Lo femenino y el pensamiento complejo. Buenos Aires: Lugar, 2001.

Horney, K. (1924). On the genesis of the castration complex-complex in women. International Journal of Psycho-Analysis, 5(1), 50-65.

Horney, K. (1926). The flight from womanhood. In Feminine psychology. London: Routledge & Kegan Paul, 1967.

Jones, E. (1927). The early development of female sexuality. International Journal of Psycho-Analysis, 8(4): 459-472.

Jones, E. (1933). The phallic phase. International Journal of Psycho-Analysis, 14(1): 1-33.

Jones, E. (1935). Early female sexuality. International Journal of Psycho-Analysis, 16(3): 263-273.

Klein, M. (1932a). Os efeitos das situações de ansiedade arcaicas sobre o desenvolvimento sexual da menina. In A psicanálise de crianças (pp. 213-257). Rio de Janeiro: Imago,1997.

Klein, M. (1932b). Os efeitos das situações de ansiedade arcaicas sobre o desenvolvimento sexual do menino. In A psicanálise de crianças (pp. 258-295). Rio de Janeiro: Imago, 1997.

Paim Filho, I. A. (2014). A guerra e o repudio ao feminino: uma releitura da disposição feminina originária. In Metapsicologia: um olhar à luz da pulsão de norte (pp. 41-57). Porto Alegre: Movimento.

Skowronsky, S. (2012). Por que ler - Jean Laplanche. Psicanálise Revista SBPdePA, 14(1): 353-363.

Stoller, R. J. (1993). Masculinidade e feminilidade-apresentações de gênero. Porto Alegre: Artes Médicas, 1993.

Winnicott, D. W. (1966). Sobre os elementos femininos e masculinos ex-cindidos. In C. Winnicott, R. Shepherd, & M. Davis (Orgs.). Explorações psicanalíticas (pp. 133-150). Porto Alegre: Artmed, 2005.

Wolff, M. P. (2005). Sobre o olhar na estruturação do psiquismo. Porto Alegre: Sociedade Psicanalítica de Porto Alegre. Monografia.




Sociedade Psicanalítica de Porto Alegre
Rua General Andrade Neves, 14/802
Porto Alegre - RS - Brasil
90010-210

Fone: 55 (51) 3228 7583 / 3224 3340 
revista@sppa.org.br